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Noventa Minutos

Ficção | De Ronaldo German | 1990 | 9 min | RJ

7 Comentários
Por FLÁVIO BARROS DA SILVA - Usuário | 16/11/2013

SENHORES, ASSISTIR A ESSE VÍDEO FOI GRATIFICANTE! POIS INDEPENDENTE DE QUESTÕES TÉCNICAS E/OU CONCEITUAIS, PUDE REVIVER AQUELE MOMENTO. ISSO PORQUE SOU UM DOS ATORES. E, ESSA DUPLA DO CURTA METRAGEM, EXISTE ATÉ HOJE, EXATAMENTE HÁ 23 ANOS! SHOW DE BOLA!
Por Carlos Henrique Silva de Souza - Usuário | 28/01/2010

Tenta passar uma mensagem louvavel, mas fantasiosa demais, ja vivi experiencias como esta na vida, as pessoas teriam tido uma atitude bem diferente, algumas iriam xingar e ofender, porém chamariam uma ambulancia e a policia, Pessimo.
Por Rubens Antônio da Silva - Usuário | 28/01/2010

As pessoas que aparecem no filme sem prestar socorro ao menino ferido também não estão assistindo o futebol. Então aquela de que o Brasil pára para assistir a copa não ficou configurado.
Por Neide Rejane de M.Cantarelli - Usuário | 28/01/2010

Não acho que relacionar futebol com alienação seja um argumento frágil. O futebol praticado, nos dias de hoje,transformou-se em um esporte milionário, só perde para a fórmula um, que é um esporte multimilionário. O filme tem mérito: mostrar a banalização da morte de um garoto marginalizado e excluído pelo Estado, ao ser executado, e pela população, ao morrer lentamento sob olhos alienados, que despreza a vida humana, mas pula de alegria com um bola entrando no gol. Que sociedade é esta? É uma sociedade anormal, amoral, consumista, fútil, desleal, que não é capaz de reconhecer ,na morte do outro, a morte da própria espécie.
Por joão Batista Pareira da Silva - Usuário | 28/01/2010

O filme retrata uma realidade, que poderia ser outra. Uma sociedade de humanos,onde as pessoas perdem aos poucos (banalização) a dimensão humana,a empatia a alteridade e o amor. Isso mesmo German,cumpre sua missão de acordar o mundo ,para um mundo mais humano.
Por Maurício Fonseca - Usuário | 28/01/2010

Discordo. O futebol e a discussão futebolística toma um espaço no imaginário social muito além. Não considero uma obra artística no mesmo patamar do futebol. Isso é exagero. Não dá pra comparar uma obra de Beckett no pós-guerra com tantos significados referentes ao período com futebol por exemplo. E o futebol toma um espaço amplo, perdido, por sinal.
Por Hermógenes Sá - Usuário | 28/01/2010

A violência tem um poder: a multiplicação. Seu auge: de se tornar natural e justificável. No entanto, não aceito críticas ao que possa ser classificado de "ópio do povo", como futebol. A arte, o belo nunca são errados. O filme tem uma idéia simples e se divide em duas emoções. Como retrato, o filme é bom, se a intenção era relacionar futebol e alienação, o argumento é frágil.